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terça-feira, 18 de novembro de 2014

EVENTO DIA 21 DE SETEMBRO EM JUNDIAÍ

DEPOIS DE PARTICIPAR DO VELOCULT O CARRO FICOU PARADO POR ALGUM TEMPO , AINDA NÃO TINHA TERMINADO POR COMPLETO , FALTAVA O CORAÇÃO DO CARRO ,PARA ISSO EU PRECISAVA DE UM BLOCO DE MOTOR , TÃO PRONTAMENTE O MANZETTI FICOU SABENDO ME DEU UM BLOCO , MAS FALTAVA AINDA A PREPARAÇÃO , E EM UMA CONVERSA COM O BETÃO DA RALLY MOTORES , MEU PRIMEIRO PREPARADOR , FALOU PARA EU LEVAR TUDO QUE EU TINHA DO MOTOR E QUE AOS POUCOS E COM TEMPO IRIA MONTANDO, ""  FIQUEI MUITO FELIZ PORQUE O CARRO VOLTARIA A FUNCIONAR E AINDA COM O PRIMEIRO PREPARADOR , MELHOR QUE ISSO , O CARRO ALÉM DE AUTENTICO E ORIGINAL VAI TER O MOTOR MONTADO NOVAMENTE PELA RALLY MOTORES , E ASSIM FOI , QUANDO O MOTOR FICOU PRONTO LEVEI O CARRO PARA RALLY EM SANTANA , E LÁ DEIXEI , PARA MINHA SURPRESA NÃO FOI SÓ MONTAR O MOTOR E COLOCAR NO LUGAR , O BETÃO AINDA FEZ TODA PARTE ELÉTRICA, SISTEMA DE INCÊNDIO, COLOCAÇÃO CHAVE GERAL EXTERNA , E NO FINAL ME DEU UM BANCO CONCHA PARA QUE EU COLOCASSE NO LUGAR DO PASSAGEIRO , PARA QUE PUDESSE LEVAR ALGUÉM PARA SENTIR UM VERDADEIRO DIVISÃO 3.
NO MÉS SEGUINTE O PRIMEIRO EVENTO , 5° ANIVERSARIO DO FUSCA CLUBE JUNDIAÍ
UM EVENTO QUE SÓ REUNI FUSCAS E DERIVADOS A AR, E QUANDO CHEGUEI NO LOCAL O ORGANIZADOR DO EVENTO COLOCOU MEU CARRO EM LUGAR DE DESTAQUE , E DURANTE O EVENTO LIGUEI O CARRO ALGUMAS VEZES, FOI MAGNIFICO, SEM PALAVRAS PARA DESCREVER , E AINDA TIVE APOIO DA ACADEMIA VALE VERDE , E A IMOBILIÁRIA AC MAIS , MEUS AGRADECIMENTOS  AO MEU AMIGO MANZETTI E AO BETÃO QUE DEPOIS DE 31 ANOS FEZ RENASCER  MEU DIVISÃO 3 .






















terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Pedro Garrafa

Pedro Garrafa

Caro amigo Rui

Conforme havia lhe prometido passo aqui um breve histórico de minha trajetória no automobilismo.
O contagio com o automobilismo, começou desde meu nascimento, pois nasci em São Paulo, mais precisamente no bairro Canindé,ou melhor bem em frente as  oficinas da gloriosa Equipe Lobo, do saudoso Camilo Christofaro.Creio que não precisa dizer muito mais sobre isso.Portanto concluindo essa parte a musica que me ninava na época era os possantes roncos dos motores Chevrolet Corvette, que ¨seu¨Camilo regulava como se fossem um instrumento musical afinando, e desde muito jovem comecei a ser contaminado pelo vírus automobilismo nas veias, porem como não tinha condições financeiras nem oportunidade na época, fui acumulando muito desejo de fazer parte desse mundo.
Como tudo na vida passa, pensei que esse desejo, também iria passar, mero engano, pois mesmo mudando de cidade, estudando e trabalhando em outro ramo, a vontade de fazer parte desse meio, ia crescendo cada vez mais em vez de diminuir.Foi ai que DEUS resolveu que deveria me dar uma chance, para que eu realizasse meu grande sonho.No inicio dos anos 80 eu dei uma virada tremenda em minha vida, passei de chefe administrativo de uma multinacional, para dono de minha própria empresa, criei a TRUCK RACING,e comecei a trabalhar para algumas pessoas e equipes, é claro que o sucesso custou a aparecer, mais fui insistente, e finalmente conseguiria entrar definitivamente para o mundo automobilístico esportivo, confeccionando escapamentos especiais para carros de competição e se especializando também em Santantonio(barras anti-capotagem) e por fim passei a montar carros de corrida para venda.Foi assim que fui obrigado a entrar para a pista pois precisava testar os mesmos, ai então não tive mais duvidas e nem saída, pois iria fazer do hobby a minha profissão, e assim foi feito, enquanto que para alguns que eu trabalhava tudo era hobby para mim era profissão, consegui unir o útil ao agradável.
Não precisa nem dizer que também fui um rato de autódromo, pois no inicio dos anos 70, quando tivemos a Copa Brasil de Automobilismo,aonde podíamos ver pela primeira vez alguns dos mais lendários carros internacionais , como Lola, Porsche e Ferrari 512 S, eu já estava lá pulando o muro para poder ver de perto meus ídolos como Emerson, Wilsinho,Camilo,Eduardo Celidonio e muitos outros.


Basta lembrar que meu ingresso na Divisão 3 deu-se indiretamente, pois eu já trabalhava e fazia alguns serviços para o Fukuda, para o Ueda,para o Sueco, para o Amadeu e muitos outros, e na sua época eu atuava como torcedor de toda a categoria, pois minha paixão pela divisão 3 era até contagiante, e tinha não só você como vários outros pilotos como meus ídolos, pois considerava que quem pilotava um divisão 3 era realmente fora de série, e não me enganei com isso, pois alem de verdadeiros pilotos eram verdadeiros heróis para dominarem essas baratinhas (pinicos), naquele traçado maravilhoso que era Interlagos antigo.
Minha historia tem muitas fazes e eu não quero canssa-lo com isso, por isso mesmo vou resumir mais ainda.
Eu acompanhava vocês aonde quer que fossem, seja no Rio de Janeiro ou no Rio Grande do Sul, lá estava eu acompanhando e me preparando para um dia quem sabe fazer parte desse glorioso time de heróis, já estava com o meu divisão 3 quase pronto, porem o destino quiz que mudássemos os planos, e quando a categoria passou a chamar-se Hot Car., e era patrocinada pela Rede Globo, não que eu tenha poderes extra sensoriais, pressenti que tudo ou melhor todos os meus planos poderiam ir por água abaixo, pois não teria dinheiro para acompanhar, nem para cumprir as exigências da emissora.Nesse ponto não me enganei pois essa dita emissora acabou, isso mesmo, acabou com uma das categorias mais promissoras desse pais.


Depois dessa tremenda decepção, foi ai que comecei a alçar vôo mais longe, pois não podia parar, e nem jogar fora o trabalho de tantos anos de programação, assim sendo parti para o Paraná , aonde existia a categoria HOT FUSCA, formada pelos carros remanescentes da antiga categoria Divisão 3 e Hot Car.





Porem a vontade e frustração de correr em Interlagos nunca se extinguiram, foi ai que resolvi então que iria andar de Speed 1600, pois a categoria estava em pleno auge e em  franca ascensão, pois teve provas  que atingíamos um grid de mais de 60 carros por prova, mas tudo o que é bom dura pouco, pois bruscamente fomos condenados a deixar de andar no templo do automobilismo nacional, que era a pista antiga de Interlagos,para andarmos nesse circuito atual(sem mais comentários)

Largando na Pole.

Não satisfeito com essas situações, fui alçando vôos maiores, pois deixei de andar em São Paulo, fui definitivamente andar no Paraná,andei de Speed em Tarumã com meu próprio carro, criei juntamento com o Álvaro Mattos, a categoria Speed em Brasília, e também andava no mesmo campeonato, fui e levei meu carro para lançar a categoria em Recife, em parceria com o piloto da formula truck Beto Monteiro, juntamente com os ex pilotos de Divisão 3 Zeca Monteiro(pai do piloto e atual presidente da Federação Pernambucana) e também com o experiente piloto Joca Ferraz.Posteriormente fui para Goiânia e finalmente criei a Categoria Speed em Campo Grande, aonde também participava do campeonato regional.Cheguei até a andar na Categoria de Buggys (regulamento e motor de Speed) nas Dunas de Natal - RN. Como você poderá observar por esse pequeno e resumido histórico, eu não tinha fronteiras e fui até procurado por pilotos do Paraguai, que eram excelentes compradores dos meus carros e pagavam principalmente a vista.Aonde existisse uma pista lá estava eu, fui até para o Ceará participar de uma prova no Circuito Virgilio Távora, próximo a Fortaleza no Município de Euzébio.
Enfim tudo o que tinha motor e eu pudesse estar dentro, lá estava eu, andando de fusca, de hot fusca, de protótipos e por ultimo de marcas.Porem a grande paixão era mesmo os divisão 3, que com o tempo foram ficando superados em virtude da falta de equipamentos
mais modernos porem também caros, foi ai que resolvi fazer os fuscas com motor AP, isso já no Paraná aonde eu mantinha minha oficina e equipe, apesar da mesma ser chefiada pelo experiente mecânico Carlos Jaqueire, que é meu parceiro até os dias de hoje, agora na cidade de Bertioga, lugar sede de minha moradia e de nossa equipe, aonde ficamos hibernando projetos e planos futuros para o renascimento da divisão 3.
Acho melhor eu parar por aqui, senão você vai se cançar.


Mas ainda tenho muitas outras historias para te contar, muitas fotos para te mostrar e muitos planos para executar.
Obrigado, por esta oportunidade de poder descrever um pouco da minha historia, mas não se esqueçam que vocês também fazem parte dela, pois se vocês não existissem e não tivessem participado da categoria, aonde eu iria me inspirar ou me espelhar.
Muitos de vocês foram e sempre serão meus incentivadores e meus ídolos.
Aqui está uma pagina bem resumida de tudo o que fui e o que sou graças a vocês.


Abraços

Pedro Garrafa
(DESISTIR JAMAIS) 


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

DIVISÃO 3

Mané Simião nas Mil Milhas de 1973.

Alan Magalhães chefe de equipe em 1982.



Em 1982 o Orlando comprou o VW Divisão 3 do Mané Simião, é esse mesmo carro que aparece com o Mané correndo as Mil Milhas Brasileiras de 1973.
Reformou ele todo, e começou a correr naquele mesmo ano. Correu as temporadas de 82/83 e depois por um série de motivos parou. Vendeu o carro.
Pouco mais de um ano e meio atrás, e após nós nos reencontrarmos, um dia ele me telefona contando que tinha encontrado seu carro. Estava em uma oficina parado por mais de vinte anos, seu dono fez algumas corridas e lá ficou ele parado como se estivesse esperando o Orlando voltar.
E não é que o Alicatão foi lá e comprou o carro de volta! Foi um felicidade só, me ligava a cada cinco minutos contando do carro e em como ele estava, que tinha vindo junto com a carreta etc. etc. etc.
Acredito que seja talvez o único carro remanescente da Divisão 3, essa categoria que encantou o público que ia aos autódromos brasileiros. Alguns outros carros estão em museus como o Maverick/Berta de Luizinho Pereira Bueno que se encontra no museu de Passo Fundo e um outro VW que dia destes vi no blog de meu amigo Sanco, andando no Tarumã em uma apresentação.
Até agora já temos alguns convites para participar com o carro em eventos e exposições e também algumas matérias de revistas.
Só que o Orlando precisa de patrocínio para colocar o carro novamente como era. Nada absurdo para o retorno que com certeza quem o ajudar terá.
Vamos lá, tenho certeza que o ano que entra trará tudo que precisamos para ouvir novamente um verdadeiro Divisão 3 roncar, uivar, berrar e em demonstrações por nossas pistas mostrar a todos que não puderam ter oportunidade de ver como era nossa categoria.




#40 Amadeu Rodrigues, #7 José Antonio Bruno, #68 Luiz Eduardo Duran, #13 Orlando Belmonte Jr, #19 José Ferraz, em plena curva do Laranja.




Saindo da oficina no dia em que o Orlando foi buscar novamente seu carro e já em casa.

O #13 na visão do Mestre Ararê.




quinta-feira, 18 de novembro de 2010

OS VW - FUSCAS NA DIVISÃO 3

Meu primeiro Divisão 3 na versão do Tito Tilp.


Talvez a Divisão 3 tenha sido a categoria em que o publico mais se identificou com os carros, todos eram carros de rua, carros que as pessoas iam ao autódromo e usavam no dia a dia. A grande diferença eram as cores, as enormes rodas e pneus e seus motores que tinham três ou quatro vezes a potencia de um similar que transitava pelas ruas.
Opala e Maverick foram carros que se destacaram na categoria vencendo campeonatos em sua  Classe C. Mas um carro se destacou sobre todos desde o começo o VW, sim o Fusca carro fabricado então a uns dez anos no Brasil e considerado “pau para toda obra”. Esse pequeno sedam de duas portas, motor traseiro refrigerado a ar, obra do grande Ferdinand Porsche, foi um sucesso desde seu lançamento. Nas ruas das cidades, nas estradas asfaltadas e principalmente nas de  terra onde o valente Fusquinha enfrentava caminhos onde até então apenas os Jipes ousavam percorrer. Táxis, frotas, pessoas que gostavam de seu fácil manuseio, viajantes enfim todos de certa forma sentiam um carinho por ele e sabiam de todo seu potencial.
Agora venhamos, apesar de  sabermos que era o irmão mais velho do fabuloso Porsche ninguém imaginaria que ele se desse tão bem nas pistas de corridas de todo esse Brasil.
O primeiro foi um VW-Porsche criação do grande Jorge Lettry e que nas mãos de Christian Heins e Eugênio Martins quase vencem as primeiras Mil Milhas Brasileiras em 1956, lideraram um bom tempo, andando contra Carreteras com quatro ou cinco vezes sua potencia e no final por um simples problema de cabo de acelerador chegaram em segundo lugar.
E o que dizer então da vitória dos irmãos Wilson e Emerson Fittipaldi nos 500 Km de Porto Alegre em 1967, quando enfim deixaram as grandes Carreteras a ver navios.  
Já em 1970 quando entrou em vigor o Anexo J da FIA  estabelecendo as categorias para as competições automobilísticas a Divisão 3 logo se tornou a mais popular e tão popular quanto a categoria se tornou aquele “carrinho” que corria na classe “C”, o Fusquinha.
Logo alguns começaram a fazer nome nas pistas brasileiras, no Rio Grande do Sul com a inauguração do Autódromo de Tarumã logo a categoria se desenvolveu, em São Paulo a partir de 70 várias equipes usaram o VW para competir em provas de longa e curta duração.
Para isso usavam uma preparação que tinha sido desenvolvida pela Comercial MM e pelos grandes nomes da preparação Jorge Lettry e Miguel Crispim Ladeira. Eram comandos de válvulas, molas, pistões, caixas de cambio com relações de marchas especificas, suspensões e diversos outros itens, todo esse equipamento feito para um outro carro que usava o mesmo motor do Fusca, o incrível Puma que corria na Divisão 4.

Interlagos 1982, Duran, Rui, Bée, Orlando escondido atrás do Conde.

Lembro como se fosse hoje meu primeiro contato com a categoria e o Fusca, novato ia correr o Torneio União e Disciplina pela equipe de P. V. DeLamare em um carro que a equipe usava para corridas longas e curtas, o VW #84.
Nunca havia guiado um Fusca e quando vi aquele carro com rodas Scorro 6 pol. na dianteira com pneus Pirelli Cinturatto 165/13 e 7 pol. na traseira com os pneus 185/13 logo me apaixonei. Todo aliviado de seu peso, sem para choques, em seu interior apenas um banco concha o Sto. Antonio de três pontos -como se usava na época- extintor de incêndio, no lugar do velocímetro um conta giros, um relógio de pressão de óleo e outro de temperatura, seu volante de alumínio e couro era um Fittipaldi. Sem nenhuma forração era todo pintado do mesmo azul de sua carroceria.        
No motor preparado pela equipe a receita que na época fazia sucesso , o comando P3 da MM , dois carburadores Weber 48 duplos, molas de válvulas mais rígidas, um bom balanceamento estático e dinâmico, trabalho nos cabeçotes e muito cuidado na montagem, acredito que esse motor tivesse entre 90 e 100hp.

Jr Lara Campos no Rio de Janeiro


Sua suspensão mantida a original, com catraca na dianteira para fazer com que o carro ficasse mais rente ao chão e abaixada na traseira, os amortecedores eram refeitos para que o carro ficasse mais firme, com uma carga muito maior que a original e barras estabilizadoras na frente e atrás.
O cambio uma Caixa 3 desenvolvida pela MM com parceiros tinha a primeira marcha com uma relação bem longa seguida de segunda, terceira e quarta relações vindo em seqüência bem perto da relação de primeira o que o tornava ideal para uma pista, podendo as terceira e quarta relações serem adequadas entre várias existentes. Diferencial podia ser usado 0 8:31 , 8:33 ou 8:35 , nesse carro e para pista de Interlagos era usado o 8:31 com relação de terceira 0,76 e quarta 0,96 que fazia com que as marchas alcançassem as seguintes velocidades aproximadamente, 80km/h em primeira, 110km/h em segunda, 140 km/h terceira e 180 km/h na quarta.
Sentado e amarrado engatei a primeira e saí, sua relação muito longa fazia com que o carro demorasse a embalar, mas quando o comando de válvulas cruzava vinha um verdadeiro carro de corridas, as marchas se sucediam bem rápido e logo estava no final do Retão com a quarta quase cheia.
Foi paixão logo a primeira volta, a freada forte engatando terceira para fazer a curva Três,  uma marcha para cada curva do circuito, um carro muito no chão, firme e estável, com algumas manhas para pilotá-lo, estava feliz.
Na corrida alguns dias mais tarde e depois de muitos treinos, correram alguns carros da Divisão 4 em sua maioria Pumas e Lorenas, ambos com motores VW 1.600cc, e o batalhão de Fuscas Divisão 3 não fez feio. 
O vencedor foi o Puma VW Divisão 4 de José Martins Junior preparado pela Comercial MM, seguido de cinco VW Fuscas, o segundo, terceiro e quarto três carros que já vinham competindo na categoria a algum tempo, sendo dois deles preparados pela renomada Kinko e em quinto e sexto Alfredo Guaraná Meneses e eu. 
Foram duas baterias de seis voltas cada, largaram aproximadamente 35 carros em cada e nesse dia os Fuscas Divisão 3 mostraram o que seria a categoria no ano seguinte, totalmente dominada por eles na Classe A, e para mim mostrou ao cenário automobilístico brasileiro um dos pilotos mais rápidos que já vi andando Alfredo Guaraná Meneses, com quem tive a honra de trocar posições naquelas baterias, eu chegando em quinto em uma e ele em outra. Piloto que no ano seguinte mostraria ao Brasil toda capacidade que tinha o carrinho em se transformar do melhor meio de transporte em todas regiões brasileiras qualquer que fosse o tipo de estrada ou piso, em um grande carro de corridas, enfrentando e vencendo as vezes carros com quase o triplo de sua potencia.
Esse era “apenas” o Fusca...   

Rui Amaral  Jr





PS: A todos os amigos que dividiram comigo grids e aventuras, Teleco, Guaraná, Manduca, os queridos Levorin e o Chapa, José Martins, Julio Caio, Alex Silva, Jacob, Mike, o pessoal da Kinko, Jr Lara, Ferraz, Ricardo Bock, Orlando Belmonte Jr, Bée, Conde - Luiz Henrique Pankowski -, Duran, Sueco e todos outros que se o nome não me vem agora à lembrança estão em nossos pensamentos e a alguns que já se foram Expedito, Adolfo, Arno, Artur e o Grande Alicatão João Lindau que estão sempre com carinho em nossos corações. 
Um agradecimento especial a três amigos que estão transformando nossos carros em obras de arte; Tito Tilp, Mauricio Moraes e Ararê Novaes.
E ao amigos Fernando, Fabiano e Luiz Guimarães e Caranguejo. 





























quinta-feira, 15 de julho de 2010

DIVISÃO 3 DESENVOLVIDO POR GENIOS






EM MAIS OU MENOS 2 ANOS A CATEGORIA DIVISÃO 3 FOI ESQUECIDA, QUALQUER UM PODERIA COLOCAR EM SITE DE BUSCA QUE NADA APARECIA, HOJE JÁ TEMOS OUTRA REALIDADE, A DIVISÃO 3 ESTÁ SENDO MUITO LEMBRADA E UMA TORCIDA GRANDE PARA QUE VOLTE AS COMPETIÇÕES COM OS CARROS MODIFICADOS SEM TIRAR A CARACTERISTICAS, ASSIM COMO OS FUSCAS, PARALAMAS ALARGADOS COM PNEUS SLICKS E UMA SUPER PREPARAÇÃO FAZENDO DELES UM VERDADEIRO CANHÃO.
MUITOS APAIXONADOS ESTÃO DE UMA CERTA FORMA FAZENDO APARECER O NOME E A CATEGORIA,
COM O ARARÊ FAZENDO AS CARICATURAS,O RUI FALANDO SEMPRE DA CATEGORIA , O MAURICIO FAZENDO A VETORIZAÇÃO QUE É UMA PERFEIÇÃO MAS AINDA NÃO TENHO DO MEU CARRO , O FABIO POPI MONTANDO PAPELOTCAR BOLHAS PARA AUTORAMAS, E O TITO SÓ INVENTADO COLOCANDO EM SIMULADOR rFACTOR SIMULADOR OS MARAVILHOSOS DIVISÃO 3 EM OUTROS CARROS COMO NAS FOTOS ACIMA, EU EU COM MEU DIVISÃO 3 ORIGINAL AGUARDANDO PATROCINIO PARA COLOCAR AOS OLHOS DOS APAIXONADOS PELA DIVISÃO 3
CASO EU TENHA ESCRITO ALGO QUE NÃO É PROCEDENTE POR FAVOR ME CORRIGE.
OS DESENHOS DAS BOLHAS DA DIVISÃO 3 DO ORLANDO BELMONTE, DURAN, RUI , FERRAZ E OUTROS
É DE AUTORIA DO TITO.



ENTREM NESSES BLOGS PARA CONHECER MAIS E ATÉ FAZER PEDIDOS

http://mauriciomorais.blogspot.com/ VETORIZAÇÃO
http://ararenovaes.blogspot.com/ CARICATURAS DE CARROS
http://titotilp.blogspot.com/ SIMULADOR rFACTOR
http://ruiamaraljr.blogspot.com/ COM SUAS BELISSIMAS HISTORIAS
http://paperslotcar.blogspot.com/ BOLHAS PARA AUTORAMAS
E TAMBEM A REVISTA FUSCA ATIVO MAGAZINE QUE ESTA FAZENDO MUITO SUCESSO
http://fuscaativo.blogspot.com/
www.fuscaativo.com.br